Ela anda se perguntando porque esse “jogo” de juntar fragmentos do abstrato para tentar a qualquer custo formar algo real e racional é tão intrigante a ponto de não conseguir discernir se isso a fará bem ou mal, e insiste freneticamente juntando, buscando e iludindo-se que que não está "adubando" um jardim dolorido.
Mesmo assim tem convicção que esta é uma atitude de quem prefere ter um jardim dolorido, do que viver ilusões coloridas, que sumirão um dia, como as bolas de sabão.
Ela sabe muito bem que sim não é um não, e que não definitivamente não é sim, embora nem tudo parece ser como realmente é.
Ela odeia rótulos, tanto quanto a tal cobrança. Não cobra das atitudes alheias, para não ser questionada das próprias, e não entende como achar um único “culpado” para, por exemplo, explicar a velocidade que tomam as águas de um rio após um dia de chuva...
Ela manda avisar, que, se você que está lendo este devaneio de um meio de tarde, não enteder nada, não se apavore, bem vindo ao clube dos desavisados, pois ela também não entende porque as coisas são como são.

Um comentário:
Aposto que esse post seria bem diferente hoje né?
Depois de uma noite com vinho e cama de motel meu bem...Será que ele não devia ser editado não?
Considerando a rapidez dos útimos acontecimentos eu fiquei Beje...Meu deus preciso desencalhar, mas toda noite penso...ah se a veia acabou de chegar nos 30 desencalhou, eu na flor dos 20 e pouquinho, tenho tempoooooooo...
To brincando veia...Ou não, som de risadas malignas.
Te amo veiaa
Dr
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