Ela voltou à rotina do trabalho, só que não mais a quadras de distancia de sua humilde residência, e sim a léguas longínqua da civilização a que ela está acostumada.
No canto da pequena cidade rodeada por morros e muito verde, foi construída a maior empresa que ela já trabalhou. Ou seja, em termos de organização, é a primeira Empresa que ela trabalha. São quase 800 colegas, que fazendo as contas, por baixo, e considerando o nível de rotatividade neste numero de funcionários, ela nunca vai conhecer todos.
Nesta cidade, que possui apenas 1 prédio com mais de 6 andares, o trânsito é algo semelhante ao da Índia. É a sucursal da índia no ocidente. Bicicletas aos montes, milhares, no horário das 5:30hs, brotam dos bueiros, das escolas, fabricas, lojas, botequins de todos os lugares possíveis e imagináveis e se misturam aos carros, calçadas, contramão, semelhantemente a uma nuvem de gafanhotos numa lavoura.
É a cidade das rosas, do vôo livre, e das bicicletas no transito da Índia.
E ela que achava que isso aqui não existia, vos conta, que, existe sim ali do lado....
Viva o interior.

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